sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

(in)Decisão.


Cara ou coroa? Eu simplesmente não consigo escolher. Shit.

Nessas horas acho que seria bom ter uma terceira opção... 

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

É estranho não te contar meus planos.

Nostalgia boa.


Nada de novo acontece, pelo menos nada relativamente grande que mexa com cada estimulo nervoso do meu corpo. Eu continuo estática, com essa minha mente que viaja através do tempo e do espaço, por isso fico assim... Nostálgica. Hoje estou, especialmente, nostálgica. Já relembrei tanta coisa, tanta coisa que já tinha pseudo morrido na minha memória, tantas pessoas lindas que conheci... E os momentos? Bem, revivi ótimos momentos na minha mente hoje. Teve tanta beleza que por instantes me vi encantada. Foi bom relembrar tudo isso, não sei bem o porque, mas foi. E agora vou dormir, com essa minha cabeça cheia de memórias, fresquinhas, fresquinhas, que nem pão assim que sai do forno. Uma parte de mim quer reviver tudo isso, acho que é essa parte que me faz ter sonhos bem bonitos quase todas as noites. Como esse que sinto que vou ter agora.

I'm listening to the song we used to sing in the car, do you remember?

domingo, 19 de dezembro de 2010

Eu só sei que amei, que amei, que amei, que amei.

A cada natal.

O sino soa do alto da catedral, tão alto e majestoso, que até os surdos se fazem ouvir. É quase natal.

Faz frio, mais frio do que em qualquer época do ano. É como se fizesse parte do ritual de passagem, ritual esse que todos esquecem - ou quase todos. A maior preocupação são os presentes: o que vai ganhar, o que vai dar para as crianças ou vai trocar em um amigo secreto. As famílias sentam-se em uma mesa farta, todos conversam, riem, se esquecem... Se esquecem que logo ao lado, do lado gélido do cenário, há pessoas, muitas pessoas, sem belíssimas roupas, sem banquetes, quase sem nada na verdade. Há pessoas comemorando seu próprio natal, tão solitário quanto suas barrigas vazias há dias por falta do que comer. Do lado aquecido eles são indiferentes e realmente se esquecem dos solitários e invisíveis famintos, das crianças que choram de fome, choram de desesperança e se perguntam o porque do papai noel nunca apareceu para elas. Não sentem nem o calor, nem o conforto tão essencial nessa época do ano. Para eles não existe natal.