sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Avesso.





Tanta coisa que te escrevo, mas apago. Tanta coisa que quero te dizer, mas emudeço. Tanto carinho que queria te dar, mas guardo. Tanto desse mundo que era só meu, mas me roubaste. Nesse vendaval de emoções, alterasse. E esses sorrisos fáceis, se esconderam. Tudo de ponta cabeça, mas do jeito errado, tão errado... O tempo se passando, as coisas mudando, mas os ponteiros do relógio não se movem. E eu só queria poder ler sua mente agora.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Me dê um cheirinho, cheinho de amor.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ao te olhar.

Sabe quando eu te olhava, desse meu jeito mudo mas tão falante, te olhava e em seguida sorria? Você queria saber o que era, e eu sempre dizia: nada. E não era nada mesmo, ou melhor, era tudo... É que quando eu te olhava, no meio daquela multidão, eu via tudo que eu queria ver. Por isso sorria. E quando calava enquanto te olhava, era só porque estava me vendo refletida em teus olhos. Nesses momentos (na verdade, eu acho que em todos) eu me sentia a vontade, sabe? Eu sentia que aquilo era pra ser, daquele jeito, todo mágico... E quando você me abraçava a vontade que eu tinha era de não mais te soltar e, se tivesse sorte, me perder em teus braços. Me pareceu tão certo, sabe? Tão certo eu nos teus braços, tão bom, tão simples, tão como se fosse pra ser assim mesmo. Que me senti segura, me senti feliz... Você me acostumou com essa felicidade toda que não cabe em palavras e por isso esse meu medo aumentou. Não quero me perder de dentro de ti. Não quero que isso acabe. Só quero que dure, que fique tudo assim (por bastante tempo) lindo... Então vem, me abraça, me enche de beijinhos, de novo e de novo e de novo...?

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Com você aqui.

Por hoje teu abraço me basta, me basta de uma forma tão bonita, que nada mais falta. E eu sei que se quiseres, esse teu olhar, junto desse teu sorriso tão lindo, afugentaria toda e qualquer dor que carrego no peito. Hoje não me importo se está chovendo ou se o sol está a pino nas ruas. Não importam as horas nem o dia que o calendário marca. Não importam as palavras ou o silêncio... Sei que você leria, com máxima exatidão, tudo a ser dito em meus olhos, da mesma forma que teus olhos me revelariam todas essas coisas que a tua timidez me esconde. Com você aqui não há cinza, o céu é azul, os pássaros cantam. E se o calor dos teus braços eu tiver, não me importo com as bombas, com as guerras do dia-a-dia. Não me preocupo com as faltas, com os espaços... Eles simplesmente ficam quase impossíveis de existir. Com você aqui  não me preocupo com nada, além de como te fazer sorrir. E eu te peço, apenas fica, deixa meu mundo assim, bonito de se ver e viver.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Sem porque.



E por instantes também me senti feliz. Sabe aquela felicidade que brota por dentro sem porque, sem dizer o que realmente é? Então, foi bem isso que senti. Foi estranho... Essa foi uma das poucas (ou muitas) vezes que  não sabia mesmo o que dizer, ou se deveria dizer algo. Apenas sei que por instantes meu coração bateu acelerado enquanto meu sorriso tímido brotava no rosto, querendo aparecer, com vergonha, com medo de se expandir. E eu nem estava te vendo... Fico feliz por você ter ficado feliz também. Mesmo que dessa forma toda confusa, mesmo sem nem saber mesmo o motivo. Felicidade assim é tão boa... É como cheirinho de chuva. É como um olhar mudo, mas abarrotado dessas tantas palavras...

sábado, 29 de janeiro de 2011

Tendência.

Às vezes as coisas, as pessoas, os sentimentos... São assim não é? Confusos, quase trágicos? Você, eles, eu, nós, todos nós, às vezes pensamos, entendemos, tudo errado não é? Uma confusão que só Deus sabe. Um olhar, um sorriso, um sussurro... Parecem tanto, parecem suficiente, bastante, mas... Quando menos se espera... Tudo fica claro, se enxerga... Não é. Você podia ser aquilo que me faltava, mas... Que ironia, não é. Não quer ser. Não vai ser. Devia ser. Vai... Fica perto de mim, só hoje, agora, um momento, segundos, sorrisos, olhares, carícias, tua mão na minha. Depois vai, fica, volta. Põe teus olhos em mim, revira minha mente. Deixa isso menos confuso, menos trágico. Não quero as coisas assim, por mais que, as coisas, eu, as pessoas, você, os sentimentos e momentos... Tendam a ficar assim, complexas, confusas, mal entendidas. Mas hoje, só por hoje, faz tudo ficar simples, do mesmo jeito que é tão simples, ficar aqui pensando em você.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

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